terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O mundo está sempre girando, não é verdade? Às vezes o que era tão certo se torna duvidoso, e o que você já não tinha esperança se torna de novo realidade! O engraçado é que por mais que desejamos nos tornar donos de nos mesmos, tomar o controle de nossas vidas acabamos sendo guiados por pequenos acontecimentos, fatalidades e coincidência que acabam levando nossas vidas a tomar um rumo totalmente diferente. Será que isso é destino? – ou mais uma artimanha da vida para nos mostrar que não são nada, e que não controlamos coisa alguma.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Mr. Darcy

Simplesmente porque ele é o homem perfeito, que toda mulher sonhou em ter de toda a literatura!!!



“You have bewitched me, body and soul, and I love, I love, I love you. I never wish to be parted from you from this day on.”

segunda-feira, 20 de junho de 2011



O que eu faço pra tirar toda essa tristeza de dentro de mim?
Eu já conversei, chorei, ouvi música alta, comi chocolate e nada, ela parece que ficou alojada em mim que nem uma solitária e não sai de jeito nenhum.
O que aconteceu com o eu te amo e vamos ser feliz para sempre?
Nem minha tequila tá querendo me ajudar nessa...
Dói tanto que parece que meu coração vai explodir. O pior é que, antes disso tudo você sabe que vai doer, que você vai se arrebentar mais uma vez, porém eu continuo indo? Queria saber quando que eu voltar ao invés de ir, ser amada antes de amar. Eu jurava que já tinha batido minha cota de lágrimas, o que eu faço se elas continuam caindo mesmo contra a minha vontade, fazendo eu me odiar cada dia mais. será uma regra geral ou eu que sou super masoquista? Tentei achar meu amor próprio, mas ele insiste em se esconder de mim, me deixando aqui sozinha com esse vazio que se expande como ar.
Queria parar de sentir tanto, sofre tanto... queria poder me sentir anestesiada. Na verdade eu queria não sentir nada.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

E depois?


Será que quando a gente ama muito alguém, passa a amar menos a nós mesmos?
Queremos tanto esse alguém que acabamos fazendo concessões que não faríamos em outras ocasiões, o amor nos torna masoquista. Nos fazendo acreditar que não poderíamos viver sem esse alguém, mas a verdade é que ninguém morre de amor a não ser nos romances.
E depois que o romance acaba o que nos resta é a saudade e a dor que continua ali presente, para mostrar que não podemos controlar nosso coração. O pior da saudade é essa sensação de vazio que ela deixa por onde quer que passe.
Talvez a coisa mais sincera que eu tenha ouvido é uma citação que diz:
“A vida é curta e o amor sempre acaba de manhã”.

Paula

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Que se foda!


Será que um coração partido pode ser colado pedacinho por pedacinho?
Talvez se perder e se encontrar nos braços de algum desconhecido seja a melhor solução.
Precisamos realmente desse tal de AMOR?
Maldito e doce seja o amor, esse sentimento tem destruído a humanidade desde o 1º dia.
Acho que somos todos extremamente masoquistas, queremos algo que sabemos que no final só ira nos fazer sofrer.
Então apenas por hoje, eu grito em alto e bom som:
- Ah, que se FODA o amor!

Paula

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Eu acredito que o amor está nas pequenas coisas, num simples gesto, numa palavra amiga, num abraço sincero e num beijo.
Acredito que por mais distante que as pessoas possam estar, elas sempre permaneceram intactas em nossos corações e com isso viva pra sempre em nossas memórias. Amar dói, mas é o que nós temos de mais perto da verdadeira magia por isso queremos tanto ele, por ser um sentimento mágico, por fazer nossa vida plena.
Estamos sempre procurando uma maneira de encontrar o amor, quando encontramos buscamos outras maneiras de burlá-lo, negar nosso sentimento.
O que temos que perceber é que não somos compradores e nem vendedores do amor.
O amor está nas pequenas coisas, na Ana, no João, na Maria, no Pedro em você e em mim, o amor esta em todas as coisas e em todos nós.

Paula

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


Descobri que amizades que eu achei que fossem durar a vida inteira acabou se esvaindo pelas minhas mãos como areia e outras que não tinha a menor pretensão de durar me acompanham a anos.
Hoje percebi que não sou mais a Paula de um ano atrás, sobrevivi a coisas que pensei que fosse me matar por dentro, fiquei sem pessoas que achei que nunca poderia ficar. Minha vida seguiu em frente e tenho que admitir que afinal ninguém realmente morreu por isso.
Sinto falta das conversar, dos abraços, de uma cumplicidade sem igual, hoje ouvir determinadas músicas se tornou doloroso, até o Ville anda meio distante ultimamente.
Descobri que crescer dói, e que o tempo não cura nada.
Se pudéssemos voltar no tempo, se eu pudesse...
Talvez a grande mudança seja que finalmente percebi que consigo viver sozinha, dói é extremamente melancólico, mas consegui e isso é uma conquista e tanto.
Talvez sofra por quem nem lembre mais de mim! Mas acho que sofrer esta no meu DNA então o que eu posso fazer?
Talvez simplesmente viver, sem pretensões, sem anseios e sem tentar colocar minha felicidade nas mãos de outras pessoas porque tudo e passageiro e volátil menos a dor e o vazio em mim.

Paula